sexta-feira, 16 de março de 2012

ROSA DOS VENTOS

A rosa dos ventos  é uma figura que representa as quatro direções fundamentais e  suas intermediárias. A rosa-dos-ventos corresponde à volta completa do horizonte e surgiu da necessidade de indicar exatamente uma direção que nem mesmo os pontos intermediários determinariam, pois um mínimo desvio inicial torna-se cada vez maior, à medida que vai aumentando a distância.
A utilização de rosas-dos-ventos é extremamente comum em todos os sistemas de navegação antigos e atuais. Seu desenho em forma de estrela tem a finalidade única de facilitar a visualização com o balanço da embarcação, portanto os quatro pontos cardeais principais são os mais fáceis de ser notados: norte, sul, leste  e oeste . Dependendo do tamanho da bússola pode caber mais quatro pontos que são chamados de pontos colaterais; nordeste , sudeste, noroeste e sudoeste  e se o visor for maior ainda costumam incluir mais oito pontos, chamados pontos subcolaterais; nor-nordeste ,nor-noroeste, és-nordeste , lés-sudeste, su-sudeste , 
su-sudoeste,oés-sudoeste, oés-noroeste.

quinta-feira, 15 de março de 2012

MEIO AMBIENTE

FÓRUM MUNDIAL DA ÁGUA BUSCA SOLUÇÕES PARA ESCASSEZ


Foram abertos na segunda-feira passada os trabalhos do 6º Fórum Mundial da Água, em Marselha, no sul da França, e o foco das discussões será em torno das soluções necessárias para possibilitar o acesso à água potável para a população mundial. O problema é gravíssimo e progride a passos largos incentivado pelo acelerado crescimento demográfico e pelas mudanças climáticas.
“É hora de soluções” é o tema desta edição do evento, que acontece a cada três anos. Os representantes governamentais, civis e empresariais oriundos de 140 países discutirão por seis dias a questão com a promessa de oferecer soluções concretas que atendam resolução da ONU de 2010 que prevê a distribuição equitativa da água como direito de cada indivíduo.
A apresentação de soluções imediatas é incentivada também pela proximidade do Rio+20, Conferência das Nações Unidas Sobre Desenvolvimento Sustentável. A ideia é que as resoluções de Marselha sejam animadoras e que com isso a questão da escassez de água tenha grande destaque no evento sediado em junho, no Rio de Janeiro.
O Fórum Mundial da Água teve início com o alerta das Nações Unidas de que a mudança no clima e o aumento da população provocaram um aumento da pressão sobre a água, o que obriga a repensar como atender à desproporcional demanda do recurso.
Segundo o primeiro-ministro e ministro da Ecologia da França François Fillon, “o número de seres humanos que não têm acesso à água salubre são contabilizados em bilhões” e “o número de mortos a cada ano devido aos riscos sanitários é contado em milhões”, ilustrando o assustador cenário presente. Existe a concreta necessidade de uma gerência mais efetiva dos recursos hídricos.
Estima-se que cerca de 800 milhões de pessoas não têm acesso à água potável. É um número alarmante e que não pode ser negligenciado. As ações para a diminuição da escassez de água são urgentes.
 
FONTE: http://style.greenvana.com/2012/forum-mundial-da-agua-busca-solucoes-para-a-escassez/

A POPULAÇÃO BRASILEIRA

      A população brasileira atual é de 190.732.694 habitantes (dados do IBGE – Censo 2010). Segundo as estimativas, no ano de 2025, a população brasileira deverá atingir 228 milhões de habitantes.

    A população brasileira não é bem distribuída pelo espaço brasileiro:
    Ela se distribui da seguinte forma:  Sudeste (80,3 milhões), Nordeste (53,07 milhões), Sul (27,3 milhões), Norte (15,8 milhões).
    Se observarmos os dados populacionais brasileiros, poderemos verificar que a taxa de natalidade tem diminuído nas últimas décadas. Isto ocorre, em função de alguns fatores. A adoção de métodos anticoncepcionais mais eficientes tem reduzido o número de gravidez. A entrada da mulher no mercado de trabalho, também contribuiu para a diminuição no número de filhos por casal. Enquanto nas décadas de 1950-60 uma mulher, em média, possuía de 4 a 6 filhos, hoje em dia um casal possui um ou dois filhos, em média.
A taxa de mortalidade também está caindo em nosso país. Com as melhorias na área de medicina, mais informações e melhores condições de vida, as pessoas vivem mais. Enquanto no começo da década de 1990 a expectativa de vida era de 66 anos, em 2005 foi para 71,88% (dados do IBGE).


A população de um país aumenta ou eventualmente diminui devido a dois processos:  a diferença entre o número de pessoas que entraram  no país( imigrantes) e o número de pessoas que saíram do país(emigrantes) e o chamado crescimento vegetativo, que é a diferença entre os nascimentos e óbitos.
Vimos que o Brasil apresenta uma distribuição populacional bastante irregular. Isso significa que a densidade demográfica é variável de acordo com cada região.
Densidade demográfica é o número de habitantes por quilômetros quadrados.

PIRÂMIDE ETÁRIA
A pirâmide etária pode ser compreendida ou interpretada a partir de suas três partes:

a) A base - É a parte inferior da pirâmide, onde está relacionada a população jovem (0 - 14 anos ou 0 - 19 anos).

b) O corpo - É a porção intermediária da pirâmide, onde está representada a população adulta (15 a 59 anos ou 20 a 59 anos).

c) O cume, o ápice ou o pico - É a porção superior da pirâmide, onde está representada a população idosa ou velha (igual ou acima de 60 anos).

MIGRAÇÃO

—Migração ou movimento migratório é o deslocamento da população de um lugar para outro. Os deslocamentos populacionais podem ser definitivos ou temporários.
—Diversos motivos levam as pessoas a migrar: guerras, condições econômicas desfavoráveis, adversidades naturais como climas extremamente frios ou quentes, atividades vulcânica intensa, entre outros.
Os movimentos migratórios podem ser externos ou internos.

—Migrações externas
—A migração externa, também denominada migração internacional, ocorre quando a população se desloca entre países. Há dois tipos de migração externa:
—Emigração: refere-se ao movimento de saída das pessoas de seu país de origem. Essas pessoas são emigrantes no seu país de origem.
—Os emigrantes brasileiros dirigiram-se predominantemente para os Estados Unidos, Japão e países da Europa.
—Imigração: corresponde ao movimento de entrada das pessoas estrangeiras em um país. Elas são imigrantes nesse país.
—A maior onda imigratória no Brasil se deu entre as décadas de 1850 e 1930 e era formada por alemães, espanhóis, sírios, libaneses, poloneses, ucranianos, japoneses e, principalmente, italianos.
—Migrações internas
—A migração interna ocorre quando a população se desloca no interior de um país.
—O êxodo rural corresponde à migração campo-cidade, isto é, à saída da população do meio rural com destino ao meio urbano. Esse é o movimento interno mais importante e é o responsável pela grande leva de migrantes que se dirigiram, e ainda se dirigem, às grandes cidades.
—Existem outros dois tipos de migração interna:
—Transumância é o deslocamento populacional que ocorre em certos períodos do ano.
—Migração pendular é o movimento diário de vaivém da população que desloca da periferia para o centro e vice-versa.




Nosso Planeta

     Em nossas aulas sobre paisagem, eu usei um texto, não me lembro a fonte.  A aluna Paula Freitas do 6º Ano A, me pediu que destacasse no blog um trecho dele, pois, ela achou importantíssimo compartilhar para que as pessoas tenham consciência de ações para vivermos em um mundo melhor. 
     Mais uma vez, obrigada Paula, por ser uma colaboradora do blog. Abraços.


" O futuro do nosso planeta depende das atitudes que tomamos hoje. O grande desafio é promover um desenvolvimento em que a exploração dos recursos naturais ocorra de forma racional, e não gere degradação, de modo a garantir as condições de vida na Terra." 

quinta-feira, 8 de março de 2012

Tempestade Solar

As reações no núcleo do Sol podem desencadear tempestades solares
Diversas reações ocorrem no núcleo do Sol, fato que proporciona a produção de grande quantidade de energia via fusão nuclear. Durante esse processo, ocorre a liberação de prótons e elétrons, que são atraídos e acumulados em outros campos magnéticos.
A grande concentração de prótons e elétrons pode desencadear uma tempestade solar, caracterizada pela liberação, através de uma grande explosão, dessas partículas superaquecidas. Com isso, a radiação solar atinge o campo magnético e a atmosfera terrestre. O ciclo magnético solar é de aproximadamente 22 anos.
As consequências desse fenômeno podem ser desastrosas, como a destruição de satélites artificiais, a interferência nos serviços de telefonia, a queda de energia elétrica, a danificação de objetos eletroeletrônicos, etc. A tempestade solar também proporciona belos espetáculos luminosos: a aurora boreal e aurora austral.
Conforme estimativas da NASA (Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço – Agência Espacial Americana), esse fenômeno pode acontecer em 2013, pois o Sol entrará em um ciclo de alta atividade. Em 1859, uma tempestade solar danificou as linhas de telégrafos de países da Europa e nos Estados Unidos da América (EUA).
Por Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola


quarta-feira, 7 de março de 2012

Fazendas Verticais

E já que estamos estudando diferentes tipos de paisagens, vejam essa reportagem da revista Planeta edição de fevereiro de 2012
FAZENDAS VERTICAIS

No futuro, compraremos verduras no arranha-céu da esquina, escolhendo cultivos frescos por andar. Nas maiores cidades do mundo, multiplicam-se os projetos de plantações verticais. Conheça a roça high tech.


No futuro, quem quiser comprar morangos poderá ir a um arranha-céu de 30 andares envidraçados, ao lado de casa, e procurar em cada piso a produção do cultivo da sua escolha. O prédio será urbaníssimo, mas até certo ponto: trata-se, mesmo, de uma roça high tech produtora, o ano todo, de alface, espinafre, ervas aromáticas, frutas, legumes, frangos e peixes. A cena pode parecer ficção científica, mas para os idealizadores das fazendas verticais deverá ser realidade em curto prazo.
Sete bilhões de bocas para alimentar serão provavelmente 9 bilhões em 2050. Como arranjar comida para todos? As áreas de cultivo serão cada vez mais escassas, longínquas e a demanda de produção, cada vez maior. Se o ser humano vive em residências alinhadas verticalmente para aproveitar o espaço urbano, por que não usar o mesmo conceito para a agricultura? As fazendas verticais serão o próximo passo.
A ideia de agricultura intensiva em canteiros verticais existe pelo menos desde o início do século 20, mas o conceito de um sistema agrícola fechado em arranha-céu foi proposto pela primeira vez peloecólogo norte-americano Dickson Despommier, professor de microbiologia da Universidade de Columbia, em Nova York, autor do livro the vertical farm.
A ideia já foi adotada por diversos arquitetos ao redor do mundo, que imaginaram projetos futurísticos de prédios verdes, nas quais o urbano e o rural se misturam. Na prática, entretanto, nenhum arranha-céu agrícola já foi construído. A viabilidade comercial do empreendimento não foi demonstrada, sobretudo tendo em vista o alto custo do metro quadrado urbano e os gastos de energia dos projetos. A especulação imobiliária não dá sinal de perder a rentabilidade para a produção agrícola.
As fazendas verticais de Despommier são arranha-céus de 30 andares, onde plantas e animais são criados em ambiente fechado, com temperatura, umidade, emissão de gás carbônico e iluminação controladas. Na teoria, poderiam produzir mais e de maneira mais ecológica do que os métodos usados pela agricultura tradicional. A principal vantagem é a proximidade com o consumidor, diminuindo os custos de transporte e as emissões de gases de efeito estufa decorrentes.
Em tese, todas as plantas cultiváveis por hidroponia – o cultivo sem solo, em solução de água e nutrientes minerais – seriam aceitas nas fazendas verticais. De acordo com os defensores do conceito, o consumo de água seria 90% menor do que na agricultura tradicional. Em alguns casos também podem ser usadas técnicas de aeroponia – o cultivo de plantas com raízes aéreas alimentadas por gotas de nutrientes.
É claro que a inexistência de fazendas verticais em operação alimenta o ceticismo dos críticos. Acalefação e a iluminação artificial por meio de lâmpadas LEDs, em substituição à luz do sol, consomem muita energia, em vários países proveniente da queima de combustíveis fósseis, o que encareceria o projeto em termos econômicos e ecológicos. “Antes de qualquer coisa, devem ser feitos testes em fazendas-protótipo; a Coreia do Sul e o Japão já estão fazendo isso”, afirma Despommier.
Numa fazenda vertical, todos os elementos que contribuem para o crescimento da planta são controlados, permitindo uma produção regular constante, em todos os meses do ano, mesmo duranteintempéries. O ambiente protegido assegura outra vantagem: uso reduzido de agrotóxicos. “A fazenda vertical é um circuito fechado, portanto podemos impedir a entrada de certas pragas, construindo-a de forma apropriada, em ambiente seguro e controlado, tal como hospitais”, exemplifica Despommier.
Projetos menores, em pequena escala, estão sendo criados em várias cidades. Alguns são grandes estufas térreas com plantas dispostas verticalmente e movimentadas para obter a mesma iluminação solar; outras são cultivos em ambientes fechados, com dois ou três andares, sem luz do sol, inspirados na ideia do vertical farming, mas longe dos 30 andares imaginados por Despommier.
A empresa holandesa PlantLab cultiva, em Den Bosch, morangos, milho, pepinos e pimentas sob a luz azul e vermelha de LEDs, controlados por computador. Em Suwon, na Coreia do Sul, funciona uma próspera fazenda de alfaces em um prédio de três andares. Em Kyoto, a empresa japonesa Nuvegeproduz alimentos em 5.2 mil m2 de plataformas hidropônicas que funcionam 365 dias por ano em qualquer ambiente do mundo.
Em Paignton, na Inglaterra, o jardim zoológico local decidiu usar o conceito para produzir verduras para os animais. O sucesso levou o coordenador do Departamento de Áreas Verdes, Kevin Frediani, a ampliar a produção para atender também ao restaurante do parque. 
Nova York é muitas vezes citada como modelo do futuro para as fazendas verticais idealizadas por Despommier, mas São Paulo também é vista como outro local ideal para a implantação dos edifícios verdes. O arquiteto Rafael Grinberg Costa projetou a implantação de fazendas verticais para a cultura hidropônica de verduras e legumes na área dos antigos edifícios São Vito e Mercúrio, ao lado do Mercado Municipal, no centro da capital paulista. “Existe uma grande aceitação do projeto, tanto em termos políticos quanto junto à população. Também há cidades de pequeno por porte interessadas", garante Grinberg.
Recentemente, o arquiteto paulista prestou uma consultoria para a Associação de Amigos e Moradores do bairro de Santa Teresa, no Rio de Janeiro, para transformar o edifício do antigoHospital IV Centenário em fazenda vertical, mas o projeto foi abandonado e o prédio continua vazio. “O Brasil pode ser o primeiro país a implantar uma verdadeira fazenda vertical. Se investir no conceito, poderá replicá-lo e vender a tecnologia para outros países”, afirma o arquiteto.
Fonte: Revista Planeta 

segunda-feira, 5 de março de 2012

Espaço Geográfico

Textos criados pelos alunos do 6º Ano.... Confiram!


O MUNDO E SUAS PAISAGENS

Como sabemos, paisagem é tudo que podemos vem em um determinado

Todas as paisagens que vemos fazem parte do espaço geográfico. E

é neste espaço onde os seres humanos vivem, que chamamos de superfície

As paisagens são resultado das ações da natureza e das sociedades. E

elas estão em constante transformação. Sendo assim, as paisagens podem

• Paisagem Natural: é aquilo que é produzido pela natureza, como

montanhas, rios e outros.

Paisagem Humanizada: se origina das criações humanas, e abrange as

construções como pontes, edifícios, ruas e outros.

É através da escala geográfica que podemos compreender as reais

dimensões do espaço geográfico.

Gabriel Vieira Nascimento / 6º Ano C

Paisagem e Lugar


  Paisagem é tudo o que vemos em um determinado espaço.  A paisagem
natural é aquela que não foi modificada pelo homem. Já a paisagem

humanizada foi modificada pelo homem - como a cidade, e também pode ser
chamada de paisagem cultural ou até de  paisagem artificial.  A paisagem
está sempre em constante transformação, mas quando é transformada pela
natureza a transformação é lenta, já quando o homem se envolve a mudança
pode ser mais rápida.
          O espaço geográfico corresponde a superfície terrestre, é onde todos os
seres vivos vivem. O espaço vivido é praticamente o mesmo do espaço
geográfico, é onde vamos no dia a dia como a escola. Espaço urbano é onde a
maioria das pessoas vivem na cidade. Espaço rural é o mesmo que a fazenda.
Paola Miranda 



Espaços e Paisagens
                       


                                Paisagem é tudo, tudo mesmo que vemos e ela pode ser Natural (que predomina a natureza ou seja elementos naturais).Ex: O Monte    Everest.E também Paisagens Humanizadas ou Culturais, nesse tipo de paisagem predomina casas, prédios, lojas e entre outros (que predomina as mudanças que o homem faz ao longo do tempo).Ex: Cidade.
               Espaço Vivido é parecido com Espaço Geográfico porque ambos indicam o lugar que vivemos (moramos).
               Espaço Urbano é a cidade onde vivemos com muitas outras pessoas.Espaço Rural  é o campo onde ficam fazendas e plantações.Ex: A roça.
               Tudo isso que disse está dentro do conteúdo de GEOGRAFIA. 

Gabriel Cardoso 


As paisagens
        Como são as paisagens do mundo?Tem vários tipos, como a paisagem natural; esse tipo de paisagem é que vem ou provem da natureza(tudo aquilo que a natureza faz), como uma floresta.
        Mas tem outras, paisagem humanizada, todas as paisagens que foram construídas pelo ser humano, como as cidades que os homens construíram.
        O espaço urbano é o país, estado, cidade e bairro que os seres humanos vivem e espaço vivido é onde você vive; a escola, a sua casa, a igreja, entre outros.
        Espaço rural é o campo, a fazenda, ou seja, não é poluído, não contem muitas casas e prédios que nem a cidade.
        O espaço geográfico é onde os seres humanos vivem, ocupam e fazem as suas atividades do dia – a – dia.
        O que é paisagem?
        Paisagem é tudo que os nossos olhos veem em determinado momento.
Maria Clara Saibert





A Relação da Geografia com o nosso dia-a-dia

                 Vivemos em um lugar que muitas pessoas não sabem direito como é exatamente. Podemos basear no espaço geográfico, observando a escala geográfica descobrimos que o espaço geográfico nada mais é, que a superfície terrestre com tudo o que há nela.
                 Começamos a escala na nossa casa, daí vem o nosso bairro, a cidade e o município. Que são onde criamos laços afetivos, ou seja, é o nosso espaço vivido .
                 No nosso espaço vivido,vemos muitas paisagens, que são tudo o que nossos olhos alcançam. Nela há elementos culturais, que são artificiais. Ela pode ser natural, onde não há elementos artificiais. Ou então uma paisagem humanizada, aonde predomina elementos feitos pelo homem.



Aline Soares



Brasil



Você aí !! Quer viajar? Então o Brasil é o melhor lugar. As paisagens são maravilhosas.
Quer paisagem natural, vá para o Pantanal. Paisagem humanizada, em São Paulo encontrará o que procura. Em Minas Gerais? Encontrará muito espaço rural então! O Brasil é o espaço vivido. No espaço geográfico temos muito espaço urbano.
Mas você não sabe o que essas palavrinhas significam? Então vou te ensinar: paisagem é tudo que vemos em um determinado momento! EX: arvores ruas, bancos, praças, etc..
Já paisagem natural é aquilo que não foi transformado pelo homem e paisagem humanizada é o contrario. Vou terminar de te ensinar a ultima palavrinha básica: espaço vivido ,é o espaço que ocupamos,utilizou e transformou.
As outras palavras que não souber,pesquise,aprendam, estude.


Ana Flávia Pio