segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Importante


Em 2011, você e milhões de outros brasileiros participaram da campanha do Movimento Gota D’Água contra a construção da usina de Belo Monte. Foi um momento histórico em que os brasileiros mostraram que têm orgulho das suas origens e riquezas naturais. Agora, quando temos a oportunidade de mostrar nossa cultura para o mundo todo durante a Copa e as Olimpíadas, o Governo do Rio de Janeiro anunciou a demolição do antigo Museu do Índio, em solo considerado sagrado por diversas etnias indígenas, para em seu lugar construir um estacionamento. O Movimento Meu Rio é uma das organizações locais que estão se mobilizando contra essa destruição do patrimônio cultural do nosso país. O Movimento Gota D'Água apoia essa iniciativa e vai mostrar que milhares de brasileiros também querem convencer a Presidenta Dilma Rousseff a impedir esse absurdo. Se ela se manifestar, o Governador do Rio terá que ouvir! Para pedir que a Presidenta Dilma defenda os direitos de todos os brasileiros, assine a petição criada pelo Movimento Meu Rio com apoio da Aldeia Maracanã:
Milhares de cariocas já estão do lado da Aldeia Maracanã e, graças a esse apoio, o caso ganhou repercussão internacional. Jornais e emissoras de televisão de vários países se manifestaram contra a demolição e o despejo violento de dezenas de homens, mulheres e crianças das diversas etnias indígenas que moram no local. A FIFA e a UNESCO também se opõem ao bota-abaixo mas a Prefeitura e o Governo do Estado já contrataram uma empresa que tem o prazo de um mês para demolir o prédio. Apenas uma intervenção do Governo Federal poderá evitar que o Rio perca um espaço cultural que poderia ser motivo de orgulho para todos os cariocas e brasileiros. É por isso que o Movimento Gota d'Água está apoiando a campanha do Movimento Meu Rio. Vamos convencer a Presidenta Dilma a fazer uma declaração pública pedindo que o Museu do Índio seja mantido e transformado em centro vivo de promoção e divulgação da nossa cultura e da nossa história.
Não podemos aceitar que solo sagrado vire estacionamento! Para participar e dar o seu recado, assine a petição:
Juntos formamos um oceano inteiro!
Com esperança,
Equipe do Meu Rio

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Brasil, país lindo e abençoado!

O Brasil é um país lindo! Com muita diversidade cultural, de fauna e de flora.
É um país que apresenta dimensões continentais, o quinto maior país do mundo e com uma população de quase 190 milhões de habitantes.
Quanto as zonas térmicas, o Brasil, localiza-se em sua maior parte(92%) na zona intertropical e o restante(8%) na zona temperada(Sul de  São Paulo e estados da região Sul do Brasil).
O Brasil faz fronteira com quase todos os países da América do Sul, com exceção do Chile e Equador.
Ele possui grande extensão de faixa litorânea. O que facilita a atividade pesqueira, o turismo, os transportes...
Com relação à língua oficial, o Brasil pertence à América Latina.
O Brasil não sofre por violentas  catástrofes naturais, o que mais uma vez torna o país privilegiado.
Sofremos com os diversos problemas que ainda existem: desemprego, fome, analfabetismo, mortalidade infantil, precariedade na saúde e educação, violência, mas... o nosso pais vem avançando a cada dia, saindo da classificação de país subdesenvolvido.
Com todos os problemas existentes, o Brasil é um país lindo, gostoso de se viver, e com certeza...abençoado por Deus!

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Paisagens

Paisagens é tudo que podemos ver.
A paisagem é formada por diferentes elementos que podem ser de domínio natural, humano, social, cultural ou econômico e que se articulam uns com os outros. A paisagem está em constante processo de modificação, sendo adaptada conforme as atividades humanas. 
A paisagem natural é aquela que predomina os elementos naturais. Criada pela própria natureza.
A paisagem modificada, é transformada constantemente pelos seres humanos para atender às suas necessidades. Porém, o homem deve ter a consciência de utilizar os recursos da natureza com responsabilidade pensando nas gerações futuras.

Créditos de imagens: google imagens

Guiana Francesa

Guiana Francesa


A Guiana Francesa é um departamento ultramarino da França na costa atlântica da América do Sul. Ocupa uma superfície de 86 504 km², limitada ao norte pelo Oceano Atlântico, a leste e a sul pelo Brasil e a oeste pelo Suriname. Sua capital e principal cidade é Caiena (Cayenne). O idioma oficial é o francês, mas também se falam o dialeto taki-taki, das comunidades negras, várias línguas ameríndias e as das minorias imigradas. A religião católica predomina.
Pesquise mais sobre a Guiana Francesa no link: http://pt.wikipedia.org/wiki/Guiana_Francesa

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

FURACÃO



Furacão ou tufão são nomenclaturas utilizadas para designar um tipo de ciclone, ou seja, redemoinhos atmosféricos que giram em torno de um centro de baixa pressão atmosférica. Dependendo da localização geográfica e de sua intensidade, esse fenômeno pode ser chamado de vários outros nomes, tais como furacão, tufão, tempestade tropical, tempestade ciclônica, depressão tropical ou simplesmente ciclone. 
Tufão – é a nomenclatura utilizada para os ciclones tropicais de maior intensidade que ocorrem no Oceano Pacífico Noroeste, a oeste da linha internacional da data. Ocorre, principalmente, no sul da Ásia e na parte ocidental do oceano Índico, tendo as mesmas características de um furacão. 

Furacão - é um ciclone tropical formado no Oceano Atlântico Norte, Oceano Pacífico Nordeste, a leste da linha internacional da data, e no Oceano Pacífico Sul, a leste da longitude 160°E.
O furacão é a mais violenta de todas as tempestades, e seu ciclo de vida pode ser de alguns dias. É um fenômeno atmosférico que começa nos mares quentes (acima de 24°C) e apresenta normalmente 1.500 quilômetros de extensão. É formado por imensas faixas circulares de nuvens que giram ao redor do olho, ou seja, o centro dessa tempestade, que geralmente apresenta 35 quilômetros de largura. No olho do furacão (centro) os ventos são mais brandos, diferente do restante da tempestade, onde podem chegar à velocidade de 360 Km/h.
Como se formam os furacões?
A formação dos mesmos se dá quando o oceano é aquecido pelo sol durante algum tempo causando o aquecimento da massa de ar que se situa nas proximidades dos líquidos aumentando a umidade. A diminuição da temperatura é variável de acordo com a elevação da umidade e do ar quente. A força do furacão, ou seja, sua potência, depende do calor liberado pelo vapor de água, o que impulsiona a formação de uma tempestade que ganha força de acordo com o calor que possui, o que resulta em um furacão. 

Inicialmente, sob forma de tempestade reúne energia fornecida pelas águas aquecidas fazendo com que se desfaçam se porventura entrarem em contato com água fria, o que muitas vezes acontece quando uma região é alertada sobre o risco de um furacão que posteriormente se dissipa antes de atingir o local em alerta. 

No Hemisfério Sul, os furacões se movimentam no sentido horário e no Hemisfério Norte no sentido anti-horário. Esse fato ocorre por causa da movimentação do ar que se concentra em direções diferentes. Independente de sua movimentação, seus ventos interiores chegam a atingir 300 km/h, porém no centro do mesmo os ventos são mais amenos, podendo atingir apenas 30 km/h. 

Os furacões mais conhecidos na história são: Dean (2007), Félix (2007), Katrina (2005), Wilma (2005), Rita (2005), Catarina (2004), Isidore (2002), Mitch (1998), Iris (1995).

Por que o furacão se chama Sandy

Como as tempestades tropicais e os furacões são batizados


O primeiro sistema usado para dar nomes aos furacões era baseado em nomes de santos. De acordo com o dia em que eles eram formados, eles recebiam o nome do santo homenageado naquele dia. Mais tarde, latitude e longitude foram utilizadas no processo de nomeação, mas o sistema era confuso e muito sujeito a erros em comunicações feitas pelo rádio.
Em 1951, o governo dos Estados Unidos baniu o sistema baseado em latitude e longitude e passou a usar o alfabeto fonético usado pelos militares, mas o sistema também se mostrou confuso. A grande mudança, que vale até hoje, foi implantada em 1953, quando os meteorologistas passaram a usar nomes atribuídos pelo Centro Nacional de Furacões. A princípio, eram usados apenas nomes femininos, mas nomes masculinos passaram a batizar furacões a partir de 1979. Nomes que começam com as letras Q, U, X, Y e Z não são usados.
Para tempestades no Atlântico, o Centro Nacional de Furacões criou seis listas de nomes que se repetem em ciclos de seis anos. Quando um furacão causa efeitos devastadores o nome é retirado da lista. Desde 1954, 67 nomes foram retirados das listas. O primeiro banido foi Hazel em 1954 e o últimos foram Dennis, Katrina, Rita, Wilma e Stan, em 2005. Katrina, por exemplo, foi substituído por Katia. O nome Sandy também deve deixar a lista depois de causar tantos estragos. Sugestões para substituí-lo?

Matéria da Revista Época

Para Casa

Pesquise mais notícias sobre furacões e poste-as no blog como comentário do texto sobre furacões postado pela sua professora




segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Documentário BBC - O Poder do Planeta Terra - Vídeo 1 de 6

Alunos do 6º Ano, vou postar para vocês os vídeos da série BBC - Terra: O poder da Terra.... aproveitem, comentaremos em sala. Abraços....