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terça-feira, 28 de abril de 2015

GLOBO REPORTER TRABALHO INFANTIL NO BRASIL (09-08-2013)

O papel da mulher na sociedade brasileira

Diante dos estudos sobre  a posição da  mulher na sociedade brasileira, os alunos elaboram textos para distinguir a mulher em diferentes épocas. Segue alguns textos que foram gentilmente cedidos por alunos do 7º Ano do Colégio Ibituruna.


Em quase todas as regiões o número de mulheres na população supera de homens, devido elas apresentarem maiores longevidade. Nessas últimas décadas a sociedade atingiu importantes transformações econômicas, política, social que interferiram homens e mulher de maneira, diferente.
     O crescimento da presença de mulheres no mercado é um exemplo de transformações, apesar da ampliação do acesso ao mercado de trabalho, grande parcela das mulheres continua assumindo os trabalhos domésticos. Essas atividades domésticas afeta diretamente na possibilidade de emprego.
    Antigamente as mulheres não tinham direitos, não podiam votar, trabalhar, só podiam casar, ter filhos, e ser dona de casa, mas no decorrer dos anos as mulheres conquistaram seus direitos e atualmente pode trabalhar no que bem entende.

Colaboradora: Maria Eduarda Sepe


Antigamente, o único papel da mulher na sociedade era cuidar da sua casa, fazendo trabalhos domésticos, e cuidar de seus filhos.
               Hoje em dia, há muitas mulheres no mercado de trabalho, não tanto quanto os homens, mas esse número está aumentando. Um grande exemplo, é a atual presidente Dilma Rousseff, que é a primeira mulher eleita presidente do Brasil.
               Em seus trabalhos, as mulheres sofrem muitas dificuldades, como desigualdade nos salários e preconceito. Atualmente, também há muitas mulheres se candidatando para cargos políticos, e conseguindo se eleger à altos cargos.
               As mulheres começaram a entrar no mercado de trabalho, por causa de importantes transformações políticas, econômicas e sociais. E sua população, é muito maior no Brasil do que a dos homens.

Colaboradora: Maria Luísa P. Leal 


No Brasil, o número de mulheres é maior que o número de homens. Um dos fatores responsáveis por isso  é a maior longevidade, ou seja, maior expectativa de vida.
   Nas últimas décadas, a participação feminina no mercado de trabalho vem aumentando, trazendo maior participação no PEA e garantindo maior autonomia. Mesmo com o aumento da participação no mercado de trabalho muitas mulheres continuam assumindo trabalhos domésticos.
   Com a maior participação das mulheres no mercado de trabalho, vários fatores foram alterados: as taxas de natalidade, a desigualdade de rendimentos(salários), a proporção de mulheres chefes de famílias.
   A desigualdade de rendimentos entre homens e mulheres diminuiu devido à vários fatores, entre eles a conquista de mais espaço na vida pessoal, familiar, entre outros.
   A proporção de mulheres chefes de família aumentou devido ao fato da mulher estar sendo responsável pelo sustento da família, com ou sem cônjuge.

Colaboradora: Luísa Heringer


Antigamente a mulher não estava  inserida no mercado de trabalho, pois havia grande preconceito. As pessoas de antigamente (antes de surgir as indústrias) pensavam que as mulheres tinham que assumir apenas os trabalhos domésticos, que envolvem a limpeza da casa, a alimentação, ao cuidado dos filhos e entre outros. Já as meninas de antigamente  não podiam ser da mesma sala que os meninos.
                 Depois do inicio da industrialização as mulheres começaram a ser inseridas na mercado de trabalho, os meninos e meninos passaram a ser da mesma da sala.
                  Cada vez mais as mulheres  vem conquistando seu lugar no mercado de trabalho, conquistaram ate o lugar do homens.
                  Hoje  em dia se vê  mulheres motorista de ônibus, táxi, moto-táxi, van, carteiras, medicas, professoras , hoje em dia temos mais professoras que professores, e vemos principalmente mulheres trabalhando em industrias. E por incrível que pareça  até hoje temos desigualdade  entre homens e mulheres.

Colaboradora: Michele Silva

quarta-feira, 15 de abril de 2015

História de vida

Através do Museu da Pessoa(mueseudapessoa.net), você pode conferir várias histórias de vida que emocionam, que dão exemplo, que nos fazem conhecer pessoas e respeitar o que elas viveram. O que você tem para contar sobre a sua vida?

terça-feira, 14 de abril de 2015





Vamos aprender Geografia de forma divertida! Segue os links para você jogar online e aprender brincando!

http://geografiaprofessoraalessandraoliveira.blogspot.com.br/

http://www.geografia7.com/jogo-das-coordenadas-geograacuteficas.html

http://www.escolagames.com.br/jogos/papagaioBrasil/

http://www.smartkids.com.br/jogos-educativos/disciplina-geografia

http://www.geoensino.net/2011/06/teste.html

terça-feira, 31 de março de 2015

A família brasileira


Houve um tempo em que as famílias eram numerosas. Os casais tinham seis, sete a dez filhos. Alguns tinham até mais.
Isso não causava espanto algum nas pessoas, era comum. A vida era mais simples, as pessoas eram aparentemente felizes com o que tinha. A mulher vivia basicamente para o lar. Cuidava dos afazeres domésticos, das crianças, da costura, do bordado, enfim, dava conta de tudo.
O marido saía cedo de casa e por conta dele ficava toda a despesa da casa.
No dia do recebimento do salário, alguns homens levava para casa alguns cortes de tecidos (normalmente iguais) para que a esposa confeccionasse vestidos para as meninas e camisas novas para os meninos. A esposa caprichava na costura e mudava os modelitos para que as filhas não ficassem iguais. As roupas novas eram usadas para irem à igreja. Isso mesmo, as roupas eram separadas(as de ficar em casa e as de sair).
Aos domingos a família se reunia para um almoço sofisticado. O cardápio era sempre o mesmo. Arroz, tutu de feijão, frango frito, macarronada com ovos cozidos e maionese. Atualmente, a cardápio já nem é mais tão sofisticado assim. Mas continua saborosíssimo(hmmm.... deu água na boca).
Na escola, iam todos exatamente vestidos iguais. Da camisa ao sapato, todos tinham que estar impecáveis. Não existiam shoppings, nem disputas pela marca da moda.
Os piqueniques com a família regados a suco e pão com salame eram o top do momento. Bolos feitos pela avó, rosquinhas, e a vida seguia simples e feliz.
Após a Revolução Industrial, tudo mudou. Houve uma mudança na economia e foi preciso a mulher sair de casa para trabalhar e ajudar nas despesas. O uso de métodos contraceptivos passou a ser usado de forma mais constante e a vida encareceu. Esses fatores foram os principais responsáveis pela diminuição da família brasileira. Hoje, os casais pensam primeiro em ter uma realização profissional plena, e só depois ter um filho, (diminuindo assim o número de membros da família) para que esse viva confortavelmente neste mundo de disputas pelo carro do ano, a roupa da moda e  as comidas mais sofisticadas  e cada vez mais violento.


Alessandra Fernandes