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terça-feira, 13 de setembro de 2011

Notícias e videos sobre a Região Sul enviadas pelos alunos



VÍDEO ENVIADO PELA ALUNA MARIA THERESA-6ª B (Pesquisado no youtube)


NOTÍCIA ENVIADA POR ARTUR E TÚLIO- 6ªC e Vitória Barreto-ªB (Pesquisado em Destakes.com)


Loulé/Incêndio: Trabalhos de extinção e rescaldo ainda se vão prolongar por várias horas
http://www.regiaosul.pt/images/pix.gif
Os trabalhos de remoção, extinção e rescaldo do incêndio que deflagrou de madrugada num aterro de inertes no Ludo, em Loulé, ainda vai prolongar-se por algumas horas, disse à Lusa o Comandante Distrital de Operações de Socorro de Faro. 

Em declarações prestadas junto ao posto de comando móvel que o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Faro instalou no aterro, Abel Gomes explicou que “o primeiro alerta foi dado às 02:39, desde essa hora que os meios estão no terreno”, mas “as operações de combate não foram iniciadas logo na altura devida, porque não se conseguia aproximar os meios do local”.
 

“E neste momento estamos a proceder à remoção e extinção, ao mesmo tempo, dos montes de lixo e de inertes que aqui existem, com apoio do proprietário, com a cedência das suas máquinas. Os meios estão todos a trabalhar aqui no terreno”, afirmou o comandante, precisando que “as operações são morosas” porque “há muito material combustível a arder e a carga térmica também é muita” no local.
 

“Temos seis corpos de bombeiros, com 36 homens, apoiados por 13 veículos, dos agentes de proteção civil, bombeiros, serviço municipal de proteção civil, GNR. Calculamos que seja entre dois a três hectares de área afetada”, explicou.
 

Abel Gomes disse que no local havia “materiais como madeiras, plásticos rijos e outro tipo de plásticos”, que disse serem “resíduos de construção civil e de outras áreas”, que a empresa proprietária do aterro separaria e depois encaminharia para a reciclagem.
 

Questionado sobre o tempo que a operação ainda vai demorar, uma vez que ainda se vê uma coluna de fumo e materiais a arder no local, Gomes disse que “vai prolongar-se” porque os “trabalhos são muito morosos”, visto ser “preciso arrefecer o material, remover, voltar a arrefecer”.
 

“Isto para quando sairmos daqui termos a consciência de que não vai voltar a acender”, acrescentou.
 

Abel Gomes disse ainda que tem “no perímetro do incêndio meios pré-posicionados nas zonas de mata para evitar qualquer projeção e, se isso acontecer, ser extinto rapidamente”.
 

A Luisa tentou falar com os proprietários do aterro, mas os mesmos mostraram-se indisponíveis para o efeito por se encontrarem agastados com o incêndio.
Redacção/RS
20:23 segunda-feira, 12 setembro 2011

3 comentários:

  1. Alessandra, essa é minha reportagem:

    A região Sul está atualmenta sofrendo no campo por causa da alta variedade climática que está ocorrendo na região como:

    °Chuvas de granizo;
    °Chuva intensas;
    °entre outros.

    Esses fenômenos climáticos tem danificado bastante a lavoura, fazendo com que a colheita seja de bem menos lucro, enterferindo na renda do estado,que é baseada boa parte na agricultura.

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  2. Alessandra o vídeo que eu assisti está no e-mail que você pediu. Nesse vídeo mostra que enquanto a maioria das regiões do brasil estão com as temperaturas elevadas a região sul está com a temperatura baixíssima (mínima 7°C e máxima 17°C).
    Isso com certeza irá afetar um pouco a vida dos moradores dessa região, mas eles já devem estar acostumados com as temperaturas baixas, pois o clima de á é uma exclusividade no Brasil.
    POderá chover forte e cair graniso devido a frente fria.
    Por : Tiago Andrade Daázio 6ªC

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  3. Alessandra, achei uma reportagem de Santa Catarina que fala das fortes chuvas que atingiram a região, na semana passada, causando danos na atividade agropecuária de diversas regiões e perdas em diversas culturas.

    Foram estimados prejuízos de cerca de R$ 5 milhões na agricultura daquele estado.

    Dentre os danos causados pelas chuvas, encontramos:

    - prejuízo nas pastagens, o que vai limitar a oferta de leite;
    - morte de bovinos;
    - estradas interditadas, dificultando o acesso ao interior;
    - menor produção de culturas na fase de desenvolvimento, como cebola, trigo e fumo;
    - danos na produção de folhagens.

    Enfim, o clima subtropical favorece o aumento do índice pluviométrico e as catástrofes naturais, gerando queda da qualidade e da produtividade das culturas, diminuindo a projeção da colheita e consequentemente a renda da região.

    Por: Alice Bretas Araújo – 6 série C

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